Sem categoria

Episódio 123

Zaqueu; a ilustração das Minas

O EPISÓDIO DE ZAQUEU – Lucas 19:1-10

 

Jesus entrou em Jericó e estava atravessando a cidade. Existia ali um sujeito chamado Zaqueu, influente cobrador de impostos. Era um homem rico. Ele fazia de tudo para ver Jesus pessoalmente, mas, sendo baixo, não conseguia por causa da multidão. Ele subiu, então, numa figueira brava para poder ver Jesus, sabendo que ele ia passar por ali. Quando Jesus ia passando por aquele lugar, olhou para cima e o instruiu:

– Zaqueu, desça depressa. Decidi me hospedar em sua casa hoje.

Mais que depressa, ele desceu e levou Jesus para sua casa com enorme alegria. Todo mundo viu isso e começou a cochichar, dizendo que Jesus ia se hospedar na casa de um “mau-elemento”. Consternado, Zaqueu foi logo declarando a Jesus:

– Olha, Senhor! Estou dando a metade dos meus bens aos pobres; e se de alguém cobrei demais, garanto que vou devolver quatro vezes mais.

Abismado com suas palavras, Jesus disse a ele:

– Hoje aconteceu uma renovação nesta casa, porque este sujeito também é filho de Abraão e porque o Deus-humano veio buscar e renovar o que estava sem direção.

A ILUSTRAÇÃO DAS MINAS – Lucas 19:11-27

 

Jesus estava chegando perto de Jerusalém e o povo pensava que o Reino de Deus ia se manifestar de imediato. Então Jesus contou uma ilustração.

– Um homem nobre foi chamado de uma terra distante para ser coroado pelo rei na capital e depois voltar. Antes de partir, chamou dez dos seus ajudantes e deu a eles dez pacotes de dinheiro. Ele recomendou a cada um que aplicasse o dinheiro para ele render até que ele voltasse. Mas os seus ajudantes o odiavam e, então, enviaram uma delegação atrás dele, dizendo que não o reconheciam mais como rei. Mas ele continuou rei e voltou. Então mandou chamar os ajudantes a quem dera o dinheiro para saber quanto tinham lucrado. O primeiro disse que havia multiplicado o seu dinheiro dez vezes mais. “Muito bem, meu ajudante eficiente! Você será o encarregado de dez cidades”, disse o rei. O segundo disse que o seu dinheiro havia rendido cinco vezes mais. Então o rei, parabenizando-o, o fez encarregado de cinco cidades. Timidamente, outro ajudante devolveu todo o dinheiro, dizendo ter guardado tudo embrulhando num pedaço de pano por medo, sabendo que o rei era um sujeito severo, que tira de onde não colocou e colhe de onde não semeou. O rei se enraiveceu e disse: “Eu vou tratar você pelas suas próprias palavras, ajudante ineficiente! Você sabia que sou um sujeito severo, que tiro o que não pus e colho o que não semeei. Por que então que não depositou o meu dinheiro em um banco? Assim, quando eu voltasse, receberia pelo menos os juros”. E então ele orientou a todos: “Tomem dele o que tem e deem ao que fez render dez vezes mais o meu dinheiro Quem tem vai ter mais ainda, mas quem não tem, até o que tiver será tirado dele. E quanto àqueles inimigos meus, que não queriam que eu reinasse sobre eles – tragam eles aqui para que sejam mortos na minha frente!”

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *